Principal modo do game é para um jogador, mas há duas opções multiplayer. Objetivo é caçar fantasmas, mas quebra-cabeças também ganham destaque.

Luigi é medroso e coadjuvante do Mário. Mas na nova versão do jogo protagonizado pelo personagem, suas fraquezas são pontos fortes do game. “Luigi’s Mansion 3”, lançado para Nintendo Switch nesta quinta-feira (31), é simples, mas divertido e familiar.

O jogo é a primeira aventura do título em alta definição e em um console principal. Ele é sequência de dois bons games lançados em 2001, para GameCube, e 2013, para Nintendo 3DS.

Na história, o encanador viaja de férias para um hotel assombrado e deve libertar seus amigos mais uma vez das garras do maligno rei Boo. A ação se concentra na luta com fantasmas e chefes, algumas muito mais intensas que outras. A principal missão do jogador é sugar fantasmas com um aspirador de pó poderoso, o Poltergust.

O jogador tem alguns poderes, mas o mais eficiente é Gooigi, versão gosmenta do personagem. Mais poderoso que a versão de carne e osso, ele pode atravessar paredes e passar por lugares estreitos.

O desafio proposto é simples, mas controlar os movimentos é um pouco mais complicado. Um botão controla Luigi e o outro, sua arma. Para quem não está muito acostumado com a dinâmica, a movimentação e o controle do aspirador são um pouco difíceis no começo.

O modo história é o principal, mas há também opções multiplayer, em modos de cooperação ou competitivo.

Cenários e quebra-cabeças

O hotel tem 17 andares, cada um com um tema diferente: há desde cenários básicos, como recepção e quartos a andares completamente temáticos, sobre o Egito, a idade média ou piratas, por exemplo.

Além disso, os andares oferecem desafios (ou puzzles como no original), que dão dinamismo e frescor a cada etapa do jogo. É graças aos variados cenários e quebra-cabeças que a ação de sugar e espantar fantasmas andar atrás de andar fica tão interessante.

Nintendo no Brasil

A Nintendo veio ao país durante a Brasil Game Show para divulgar “Luigi’s mansion 3” e “Pokémon: Sword” e “Shield”. Mas em entrevista ao G1, a executiva da empresa, Pilar Pueblita, descartou volta definitiva ao país.

A empresa japonesa parou de vender jogos e consoles no Brasil em janeiro de 2015 e afirmou que seria algo “temporário”.

Por G1

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