Segura o lápis entre os dois punhos e considera a tarefa “fácil”.

Sara Hinesley nasceu sem mãos, mas não deixou que isso se tornasse uma adversidade e a impedisse de completar tarefas que, à partida, poderiam parecer impossíveis.

Aos 10 anos venceu o Prémio Nicholas Maxim, um concurso de caligrafia para estudantes com défice cognitivo ou deficiências físicas. O júri, composto por terapeutas ocupacionais, elegeu a sua caligrafia como a melhor.

Agora no terceiro ano de escolaridade, aprendeu a escrever com a professora e descobriu que tinha um talento natural para a caligrafia. Segura o lápis entre os dois punhos e considera a tarefa “fácil”, cita a CNN. Apesar de ainda não ter decidido o que fazer com o prémio de 500 dólares (cerca de 445 euros), espera que a sua história inspire outras crianças.

“Senti-me orgulhosa e espero que outros que enfrentam desafios possam aprender comigo: se te esforçares, consegues fazê-lo.”

 

Para a família, que tinha considerado a possibilidade de uma prótese, este é um prémio que os deixa encantados.

“A Sara é uma menina muito independente. Pensa de forma muito estratégica e encontra sempre uma maneira de completar qualquer tarefa. É tão incrível e funcional sem prótese que realmente não há necessidade”, contou a mãe, Cathryn Hinesley.

 

Por/Sic Notícias

24.04.2019