Em cidades de estados decisivos, como Phoenix, no Arizona e Detroit, em Michigan, americanos chegaram até mesmo a pedir ‘parem os votos’. Em grandes cidades, houve passeatas a favor da contagem de todos os votos.

Em diferentes cidades dos Estados Unidos, manifestantes favoráveis a Donald Trump fizeram protestos na quarta-feira (4) para tentar parar a contagem finais dos votos, e marchas na rua tinham como lema justamente a observação do processo inteiro.

Joe Biden lidera a disputa com 264 delegados, contra 214 de Trump (dados da Associated Press até 7h30 de quinta-feira). Para chegar a 270 e vencer a eleição, faltam, portanto, 6 delegados para o democrata.

A campanha de Trump afirmou que vai à Justiça para suspender a contagem de votos na Pensilvânia, na Geórgia e no Michigan. O republicano também vai pedir a recontagem de votos em Wisconsin.

Em municípios de estados decisivos, pessoas que apoiam Trump fizeram atos políticos na frente dos edifícios onde os votos são contados.

Os apoiadores de Trump gritam frases como “parem a contagem” e até “parem o voto”.

Os protestos estão em sintonia com a tese que Trump apresenta sem evidência que há problemas graves com os votos e a contagem, especialmente com as cédulas que foram enviadas pelo correio.

Os republicanos entraram com processos em diversos estados para tentar parar a contagem.

Um dos estados onde os votos ainda estão sendo tabulados é o Arizona. Na capital, Phoenix, os manifestantes foram ao estacionamento do prédio onde estão sendo contadas as cédulas.

Os apoiadores do Trump chegaram a atacar a rede Fox News, que é aliada do presidente, mas que contabilizou o Arizona como um local onde Biden já venceu.

Por G1